OBRIGADA PELA VISITA! SEJAM SEMPRE MUITO BEM VINDOS! SIGAM O BLOG!!!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Dicionário da Moda - Revista Manequim!

Quem assite a uma reportagem de moda, as vezes se depara com termos pouco utilizados no dia-a-dia, alguns são mais comuns ou de fácil associação, porém outros, mesmo com explicações mil não são assimilados e nem tão pouco visualizados, há tempos (na verdade desde que eu criei esse blog! Quando ainda estava fazendo o curso de costura...) tenho vontade de ilustrar esses termos, que hora ou outra a gente acaba ouvindo... achei esse dicionário da Revista Manequim e achei ele bem bacana, vou procurar as imagens para ilustrar cada um deles... a cada semana uma letra do nosso alfabeto... espero que gostem... beijo beijo beijo...

A

Aba: Parte anexa pendente de certas peças do vestuário. É também o nome que se dá ao rebordo do chapéu.



Abadá: Camisolão largo, comprido e de mangas curtas originário do norte da África. No Brasil é usado pelos integrantes de blocos carnavalescos como fantasia.


Abotoaduras: Peças removíveis, próprias para fechar punhos. Possuem uma haste de metal com trava e uma extremidade de formas variadas com enfeites que podem ser pedras preciosas, brasões, desenhos abstratos ou esmaltação.

Abrigo: Conjunto de calça e blusão, quase sempre confeccionado de moletom ou náilon, que é usado geralmente para atividades esportivas.


Acessórios: Grande número de itens que compõem os trajes femininos e masculinos. Entre eles bijuterias, bolsas, cintos, relógios, lenços, etc. A partir dos anos 1980, ganharam destaque principalmente no guarda-roupa das mulheres.


Acetato: É uma fibra artificial feita de celulose, obtida por processo semelhante ao da viscose, utilizada como substituta da seda natural. Não reage bem aos processos normais de tingimento. Quando usada em armações de óculos, é dura e resistente. Por causa disso, acomoda bem lentes grossas, esportivas e de grau.

Acolchoado: Tecido de algodão em formato quadrado que deixa partes em relevo. Veja também matelassê.


Acrílico (Poliacrílico): Fibra sintética que melhor substitui a lã. Activewear Essa expressão inglesa foi criada para se referir às roupas do tipo esportivas. Mas atualmente o termo sportswear é mais usado para identificar esses produtos para esportes.


Adamascado: Esse tecido possui desenhos brilhantes e opacos em sua constituição e aparece sempre em coleções com inspiração no Oriente. Pode ser de seda, raiom, linho ou algodão. É muito usado nas roupas femininas.



Afro: O estilo de moda traz trajes, tecidos e até os tipos de cabelo inspirados na África. A influência africana teve uma explosão fashion em meados do século 20, quando o estilo black power tomou conta dos movimentos de valorização dos descendentes africanos. Depois vieram os rastafári e constantemente os estilistas vão buscar novas ideias para suas coleções nesse gênero.


Agasalho: Conjunto de calça e blusa de mangas compridas usado para a prática esportiva. Pode ser confeccionado com moletom, helanca ou náilon. Também é conhecido por abrigo, training, jogging e moletom.


Albene: Tecido produzido com fio de acetato opaco.

Alfaitaria: Oficina onde são produzidas peças com cortes masculinos, como paletós, calças, camisas e coletes sob medida.



Alfinete: Pequena haste fina de metal com ponta que serve para prender objetos. O alfinete tem vários tamanhos e formatos. Eles podem ser finos e médios com cabeças pequenas e chatas, para marcar peças de roupa para a costura, curtos com cabeças de plástico colorido, para colocar em quadros de cortiça ou mapas de localização. Também há aqueles que seguram as fraldas de criança, com duas hastes e uma cabeça com encaixes, que liga os dois lados. Nos anos 1940, os homens começaram a enfeitar suas gravatas com alfinetes de ponta de pérola ou pedra preciosa e as mulheres colocavam em seus chapéus para torná-los ainda mais femininos. O alfinete pode ser acoplado a botons e também vira broche. Já os punks, na década de 1980, lançaram moda ao usar esses apetrechos adornando seu próprio corpo, como no nariz, na barriga, nas sobrancelhas e muitos outros inimagináveis.


Algodão: É uma fibra natural que serve de matéria-prima para a produção de vários outros tecidos. Também conhecido como cotton (terminologia em inglês).


Algodão egípcio: Mais durável e macio do que o algodão convencional.


Algodão penteado: O fio desse tecido se torna mais macio e resistente a partir do processo em que as fibras mais curtas são eliminadas.


Algodão pima: Tão apreciado quanto o algodão egípcio, esse tecido com fibras longas é encontrado apenas no Peru.


Algodão upland: De fibras curtas, o upland é o mais plantado no mundo e funciona de base para comparação de qualidade com os outros tipos de algodão.


Algodãozinho: Tecido cru feito com fibras de algodão.


Aliança: Esse é o símbolo da união e promessa de fidelidade que é trocada entre casais desde os tempos do Império Romano. O círculo sem começo nem fim representa uma ligação eterna. Hoje em dia, vários tipos de materiais entram na confecção das alianças, como ouro branco, platina, mas no início apenas o ouro amarelo era o metal usado nesse tipo de anel.

Almofadinha: Termo que designava um tipo de homem que nos anos 1920 vestia-se com muito cuidado e elegância, incluindo terno de corte tradicional, colete, chapéu tipo palheta, cabelo curto e sem muito volume.
Alpaca: Tecido genérico (Algodão/viscose) que serve como forro em peças de roupa.
Anágua: Peça de baixo feita de tecido leve e usada como se fosse uma segunda pele. Pode ser feita de linho, algodão ou musselina. A princípio, ia até a altura dos quadris e os homens a colocavam por baixo da camisa. Só na Idade Média virou uma roupa feminina, parecendo um colete. Mas, depois de ser substituída pela camisa íntima, foi alongada e se transformou em saia de baixo. Por volta do ano de 1860, entrou na moda na cor vermelha em apoio à revolução dos camisas vermelhas, de Garibaldi. Já no século 20, ficavam escondidas, apenas para disfarçar transparências. Yves Saint Laurent, em 1970, tentou renascer a peça, colocando-a aparente por baixo de saias jeans, ao estilo camponesa.
Anarruga: É um tecido de efeito encrespado, obtido através de processo químico.
Ankle boots: Modelo de botas que tomou conta do inverno 2007. Pode ser de cano curto (vai até abaixo da linha média da canela) ou sem cano (alcança o tornozelo). Os materiais variam entre camurça, couro e verniz.

Anquinha: Acessório que ficava na parte de trás das saias e vestidos das mulheres para dar volume às ancas e definir o corpo feminino. Muito usado entre 1870 a 1880, a peça se constituía de uma tela com arames, inteiriça ou em gomos, que era presa à cintura por meio de um cinto com fivela pequena. Também havia anáguas que tinham a anquinha como um enchimento costurado diretamente no tecido. Com a evolução da moda, transformou-se em uma almofadinha recheada com materiais como cortiça ou penas. Na belle époque, esse tipo de prótese posterior foi eliminado das roupas, que ganharam cortes retos.
Argyle: Estampa típica de roupas escocesas, é composta por listras e losangos coloridos. Esse padrão aparece em tricôs - feitos à mão ou à máquina - e em tecidos como lã e algodão. O desenho também pode ser obtido por meio de estamparia.
Arrastão: Tipo de meia-calça feita com malha, com ligamentos bem abertos, como se fosse uma rede de pescador.
Artsy: Estampa inspirada nas obras de arte. Os desenhos abstratos dos pintores Jackson Pollock e Mondrian estão em alta neste verão e aparecem em vestidos, blusas e calças.
 

Assimetria: Dá-se esse nome a formas diferentes e desproporcionais que parecem não combinar, mas na moda muitas vezes causam um bom efeito visual. Decotes um ombro só e saia com pontas irregulares são bons exemplos.



Aviamento: Nome que se dá aos elementos que são pregados à roupa, como miçangas, fivelas, entretelas, fitas, botões, linhas, cós, galões e zíperes.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Retrospectiva da Década... Parte 2

10 PEÇAS

Saia Balonê - a saia balonê, em vestidos ou sozinha, veio diretamente dos anos 80 para dominar o guarda-roupa e as passarelas na primeira metade da década de 2000. O efeito bufante (não confundir, aliás, com o modelo bufante, que é preso na perna: na modelagem balonê a saia não fica presa), mesmo sob acusação de engordar silhuetas, virou mania e demorou para ser esquecido.


Lenço Palestino - ele surgiu, como o próprio revela, na Palestina. Usado tradicionalmente por camponesas para se proteger do sol, e, mais tarde, como símbolo do Movimento Nacionalista Palestino, o lenço já era usado nas ruas parisienses e européias quando a Balenciaga o alçou a item fashion em seu desfile para o inverno 2007/ 2008, em 2007. No Brasil, também virou febre, com interpretações variadas, de marcas caras a barracas de camelôs.

 

Sapatilha - Brigitte Bardot e a Repetto, marca francesa de sapatilhas de ballet, são as principais responsáveis pelo lançamento das sapatilhas no final da década de 50. A atriz Audrey Hepburn é outra divulgadora desse modelo de sapato sem salto, simbolo de conforto e feminilidade. A partir da metade dos anos 2000 até hoje, as sapatilhas conquistaram de vez os pés das brasileiras, que geralmente adoram um salto alto.



Bolsa Louis Vuitton grafitada - em 2001, Marc Jacobs chamou o artista e estilista Stephen Sprouse (morto em 2004) para uma parceria com a Louis Vuitton. Sprouse grafitou as bolsas da tradicional maison francesa e as peças viraram sucesso de vendas, com cópias por todo o mundo. No Brasil, celebridades, socialites e anonimas endinheiradas aderiram a moda.



Calça Skinny - A calça skinny, justíssima, não saia do corpo de Mick Jagger e de Ron Wood, dos Rollings Stones, lá nos anos 60. E por isso é provável que a "paternidade" do modelo seja deles. Fashionistas também citam o inverno 2005 da estilista inglesa Stella McCartney como lançador da tendência; e ainda, a dupla inglesa Lucy Pinter e Flora Evans, que em 2003 lançaram a etiqueta Superfine para vender as "skinnies" às amigas modelos (entre elas Kate Moss e Sienna Miller).



Bota Pata de Bode - A condenação à bota pata de bode é sumária e unanime no mundo da moda. E isso importa alguma coisa na moda das ruas? A julgar pela quantidade de garotas que usou famigerado modelo na última década, definitivamente, não. A pata de bode nada mais é do que uma versão infeliz de um salto plataforma, metido numa bota de cano alto.



Vestidinho de Viscolycra - A viscolycra é a fusão da fibra de elastano com o fio de viscose, gerando um tecido leve e confortável. O material virou febre nos anos 2000 e marcou para o bem e para o mal o corpo das brasileiras em muitos vestidinhos. As peças de viscolycra foram opções práticas mas nem sempre muito criativas ou elegantes no gruarda roupa da última década...



Maxi Colar - Milhares de anos antes das editoras de moda exibirem seus maxi-colares como tem feito de dois anos pra cá, os faraós do Egito Antigo usavam o peitoral, uma espécie de colar gigante que cobria o peito, cravejado de pedras preciosas. As versões dos anos 2000 são geralmente boas bijouterias, mas podem ter o poder de alçar ao status faraónico de um look "plebeu".



Bata - Elas vieram dos anos 70 e ganharam versões contemporraneas no início da década. Anos e anos depois da moda nas passarelas ter passado, ela resistia no guarda-roupa das brasileiras. Foi só no final dos anos 2000 que as batinhas começaram a perder a força nas ruas.



Calça Saruel - Apelidade em inglês de "drop-crotch", a Saurel surgiu na região norte-africana, especialmente no Marrocos, e é uma derivação das calças "johdpur" e "dhoti". O modelo voltou com força às passarelas no ano de 2006 em alguns desfiles, como os de Marc Jacobs, Givenchy e Vivienne Westwood. Até hoje (2010) ela continua em alta e ganhou diversas variações.


Matéria copiadíssma da UOL
Thanks UOL!

Frases...

"... Se a tristeza
Se a saudade
De repente vem
Eu me lembro das coisas
que amo e então
De novo me sinto bem!"

De "Coisas que eu amo"
Rodgers e Hammerstein,
do filme A Noviça Rebelde



Falando em Hilary Swank...

Ela não é só roupas esportivas e puro exercício, quando ela resolve se empetecar, dá show... abaixo algumas imagens... beijo beijo beijo!

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

Hilary Swank

fond d'écran Hilary Swank 2

Hilary Swank está assinando uma linha de roupas esportivas que segundo ela são super fashionistas e funcionais... fã confessa dos esportes a linha tem tudo a ver com a personalidade da moça... não sei porque mas não consigo me desligar da imagem dela como boxeadora, seria essa a minha associação com as peças esportivas que ela está assinando... hehehehe... lembram, Menina de Ouro??? Assistam, que apesar de triste é bem lição de vida o filme... acho que tem tudo para dar certo, se a gente comprar e se inspirar na dedicação que ela tem aos exercícios... quem sabe não ficamos um pouquinho como ela... beijo beijo beijo!

Hilary Swank In gymnast outfit and Underwear

Hilary Swank

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Retrospectiva da década... Parte 1

No dia em que recebi a edição da Elle de Dezembro em deparei com uma matéria super legal... uma retrospectiva da primeira década desse novo século... porém, dia vai, dia vem, coisas inesperadas acontecem em nossas vidas, aquela correria básica de final de ano e acabou que eu perdi a revista e me esqueci de colocar aqui pra vocês um post decente que pudesse ilustrar quanta coisa bacana aconteceu nesses últimos dez anos... felizmente encontrei uma super matéria, com pessoas gabaritadíssimas falando sobre o mesmo assunto na UOL... beijo beijo beijo...

10 TENDÊNCIAS

Conglomerados de Moda

Foi nessa década que os conglomerados de moda começaram uma corrida desenfreada pela compra de grandes grifes. Fundados em 1980, os internacionais LVMH (Louis Vuitton, Marc Jacobs, Givenchy e mais 60 marcas de luxo) e PPR (Alexander McQueen, Balenciaga, YSL, Gucci, entre outros) foram responsáveis, só em 2009, por vendas que totalizaram 76 bilhões de reais. No Brasil, o mercado de moda foi chacoalhado pelos grupos Inbrands (Ellus, Alexandre Herchcovitch, Richards), AMC Textil (Colcci, Forum, Triton) e o falido I´m, que chegou a comprar Fause Haten, Zoomp e por pouco não faz aquisição de Alexandre Herchcovitch.

Bernard Arnault, PDG de LVMH, première fortune française
Bernard Arnault

O "sobe" e "desce" das calças

Elas começaram baixíssimas no início da década. Nas ruas, influenciadas pela moda e pelas divas do funk carioca, as brasileiras abusaram da combinação de modelos justíssimos com a blusinha de viscolycra, que deixava a barriga aparecendo, com resultados nem sempre favoráveis (nem para o espectador, nem para a dona do look). Na metade da década, a cintura das calças começou a subir e parou pouco abaixo do umbigo, numa altura a prova de barrigas sedentárias. Dois ou três anos antes da década acabar, as cinturas ficaram altíssimas, arredondando os quadris e valorizando as curvas femininas. Nas ruas, porém, esta tendência ainda não pegou e são pouquíssimas as marcas que apostam nas cinturas altas.




As celebridades e a moda

Colaborações
As celebridades deixaram de servir apenas como vitrines ambulantes das caras roupas das grandes marcas. Elas passaram a lançar coleções próprias ou em parceria com empresas, que viram nestas colaborações seu pote de ouro para ganhar mídia espontanea e ampliar a clientela. O mais relevante (e desastroso) exemplo foi a breve parceria entre a americana Lindsay Lohan e a grife francesa Emanuel Ungaro, que durou apenas uma temporada, a do verão 2010, desfilada em Outubro de 2009. Casos bem sucedidos incluem as grifes L.A.M.B., de Gwen Stefani, William Rast, Justin Timberlake, e The Row, das gêmeas Olsen.

Loira = Lindsay Lohan

Mary Kate e Ashley Olsen

A Moda da Internet

"Os blogs de moda formam, hoje, uma espécie de rua mundial. Além disso, qualquer pessoa pode ter acesso aos desfiles em tempo quase real e pode influenciar grupos, definindo estilos de se vestir. As redes sociais dinamizam a troca de informações, popularizando a crítica, que agora tambémm está nas mãos do público.", resume Mariana Rocha. Constanza Pascolato lembra as lojas virtuais e o grande site de busca. "O google foi o começo de uma grande revolução".



Sustentabilidade

"O verde virou moda", diz Lilian Pacce. E ela não se refere a cartela de cores. "O sustentável foi importante não só para o planeta como também no marketing empresarial.", lembra João Braga, que elenca as quatro vertentes da sustentabilidade: a ecoambiental, a social, a cultural e a econômica. "Com a conscientização dessas quatro partes do sustentável, nos anos 2000 houve a valorização do artesanato, da memória cultural e por fim, a preservação ambiental.". Com intenções marqueteiras ou ecológicas (ou ambas), quase todas as grandes marcas produziram pelo menos um modelo de ecobag. A estilista Stella McCartney é o nome mais representativo desta tendência sustentável aliada a moda de luxo.

gisele bndchen green eco fashion week 1

"Vintages", "Revivals" e Releituras

A moda sempre buscou referência nas roupas de outras décadas e séculos para criar o novo. Basta citar a YSL e seu icônico desfile de 1971, inspirado nos anos 40. Nos anos 2000, essa tática foi levada às ultimas consequencias e praticamente todas as décadas do século passado ganharam releituras. Entre as mais fortes apareceram os vestidos trapézio e o "futurismo" dos anos 60, o romantismo hippie dos anos 70, as franjas e a cintura deslocada dos anos 20, o militarismo dos anos 40, as saias rodadas na altura da canela e a cintura marcada dos anos 50. Já os anos 80 ganharam mesmo um "revival", com blocos de cores, ombros marcados, mangas morcego e bufantes, calças leggings, saias balonês, vindas praticamente tal qual se usava naquela década, em combinações diferentes. A roupa de brecho ganhou outro "status", o da peça "vintage", aquela que conserva em perfeito estado não só seus materiais mas a conexão com a moda atual.


A década do "fast fashion"

Em 2004 a loja sueca H&M, com mais de 2.000 endereços na Europa e nos EUA, lançou uma coleção em parceria com Karl Largerfeld. Foi o estopim de uma revolução que culminaria na instauração da democracia fashion. No Brasil, com preços mais caros em relação ao praticados pela H&M (que cobra cerca de R$40,00 por um vestido com informação de moda), a holandesa C&A e a brasileira Riachuelo investiram em parcerias com estilistas famosos, inspirados pela "mãe" do "fast-fashion". Assim, o movimento decretou o fim da distinção evidente entre uma boa parcela das classes sociais por meio da roupa. A espanhola Zara, mais cara que a H&M, é o outro gigante deste movimento, com lojas em várias partes do mundo, incluindo o Brasil.


Moda autoral

"A principal tendência dos anos 2000 foi a pulverização e a personalização da moda", acredita Constanza Pascolato. "Houve a valorização por quem está por trás das marcas", complementa João Braga. A valorização da moda autoral surge em contraposição a massificação da informação de moda, graças ao acesso aos desfiles pela internet e à moda barata, por meio das lojas de "fast fashion". Assim, a estilista Phoebe Philo, por exemplo, levanta a bola da Chloé (ela assumiu a direção criativa da grife em 2001), que logo perde o encanto assim que a designer muda-se para a Cèline (onde está desde o final de 2008), que, antes meio apagada, torna a causar auvoroço.


"Made in China"

Nos anos 2000, até "Made in Italy", foi feito na China. Graças a regras bem convenientes, bastava que apenas o acabamento da peça fosse feito no país cujo nome vai aparecer na etiqueta. Representada pela gigante da economia emergente mundial e facilitada pela globalização, a tática de confeccionar roupas e acessorios de marcas conhecidas no país onde a mão-de-obra for mais barata (Turquia e Bangladesh estão na lista) marcou a década que passou.

"High-Low"

Mesclar, em um único look, peças de grifes de luxo com outras baratas, sejam elas de brecho ou de redes de "fast fashion" é um presente dos anos 2000 aos nossos guarda-roupas. Impulsionada por famosas como Sarah Jessica Parker e Angelina Jolie, a tendencia traz total liberdade de combinações, uma boa economia, mas também exige um senso de estilo pessoa mais apurado.

Frases...

"O grande homem é aquele que não perdeu a candura de sua infância."
Provérbio Chinês


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Look of the day...

Sarah Jessica Parker in Marchesa
Sarah Jessica Parker

Netlet...

netlet

Bom que eu sou fã número 1 de uma promoção todo mundo já deve ter percebido, e eu descobri um outlet on-line que estou achando o máximo... tentei colocar algumas peças que achei bem bacanas e com preços bem convidativos para vocês porém o site não permite cópias... mas passa lá e confira, adorei a seleção que fizeram para o reveillón com até 70% off (algumas peças é claro... porque na verdade a maioria das peças estão bem moda praia)... o site é o Netlet, brazuca e bem fácil de mexer...

Perfumes sólidos...

Os perfumes sólidos estão fazendo o maior sucesso mundo afora (e aqui também!), ainda não experimentei nenhum para poder opinar, mesmo porque, em termos de perfumes eu sou uma negação, explico, é que quando eu tinha 14 anos de idade eu literalmente caí do cavalo e em consequência do trauma sofrido na queda e uma complicação sem explicação eu perdi o olfato (somente o olfato, meu paladar não foi afetado, eu sinto todos os gostos normalmente... antes não sentisse, assim comeria só coisa que não engorda... hehehehe) e desde então dependo do nariz dos outros para comprar qualquer coisa que tenha cheiro... ainda bem que até hoje não me enganaram... kakakaka... mas então, voltando à onda dos perfumes sólidos, o primeiro que eu vi foi a linha da L'Occitane, que além de ter um preço ótimo, ser super prático, foi super recomendado (como todos os outros produtos da empresa!), mas, não suficiente a praticidade dos perfumes sólidos, agora a ordem é fazer com que as embalagens sejam mega projetadas, tem gente que está até colecionando, porém, o custo não é tão baixo assim, são verdadeiras jóias, exemplo disso são a linha da Estée Lauder (puro luxo!), confiram algumas imagens desses exemplares que ainda vão dar o que falar... é claro que existem muitas outras marcas bem mais acessíveis do que as supracitadas, mas devido ao reconhecimento mundial de ambas, eu resolvi mostrar apenas exemplares das duas... ahhh e normalmente todas as fragâncias sólidas também tem na versão tradicional (líquida), vou experimentar algum e depois eu comento aqui com vocês!!! Beijo beijo beijo...

Perfume sólido flor de cerejeira da L'Occitane 10ml

Private Collection Jasmine White Moss

Algumas das embalagens dos perfumes sólidos Estée Lauder

sábado, 25 de dezembro de 2010

Carine Roitfield

“Eu tinha muita liberdade para fazer tudo o que eu quisesse. Eu acho que fiz um bom trabalho”

Carine Roitfield ao comentar sobre o fim da sua era dentro da Vogue Paris que durou 10 anos!




Feliz Natal!

Courtesy of BetterBudgeting.com

Alemanha: Fröhliche Weihnachten

Bélgica: Zalige Kertfeest

Brasil: Feliz Natal

Bulgária: Tchestito Rojdestvo Hristovo, Tchestita Koleda

Catalão: Bon Nadal

China: Sheng Tan Kuai Loh (mandarim) Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun (cantonês)

Coréia: Sung Tan Chuk Ha

Croácia: Sretan Bozic

Dinamarca: Glaedelig Jul

Eslovênia: Srecen Bozic

Espanha : Feliz Navidad

Estados Unidos da América: Merry Christmas

Hebraico: Mo'adim Lesimkha

Holanda: Hartelijke Kerstroeten

Inglaterra: Happy Christmas

Finlândia: Hauskaa Joulua

França: Joyeux Noel

País de Gales: Nadolig Llawen

Galego (na Galicia): Bo Nada

Grécia: Eftihismena Christougenna

Irlanda: Nodlig mhaith chugnat

Itália: Buon Natale

Japão: Shinnen Omedeto

Nova Zelândia em Maori: Meri Kirihimete

México: Feliz Navidad

Noruega: Gledelig Jul

Polônia: Boze Narodzenie

Portugal: Boas Festas

Romênia: Sarbatori vesele

Rússia: Hristos Razdajetsja

Sérvia: Hristos se rodi

Suécia: God Jul

Tailândia: Sawadee Pee mai

Turquia: Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun

Ucrânia: Srozhdestvom Kristovym

Vietnã: Chung Mung Giang Sinh






































































Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...